Talvez um erro meu seja essa falta de pragmatismo. Mas, fico a pensar: o que vem primeiro? O pragmatismo ou o idealismo? Pra saber se algo funciona na prática é preciso teorizar antes. Ou seja, se faz necessário a abertura do leque de opções através do pensamento.
Não acho que o fato de algo funcionar na prática seja, de fato, o melhor que se deve fazer. Se eu uso um martelo pra fixar um prego numa tábua, não implica dizer que essa ferramenta seja a melhor e a única a executar esse trabalho. É nessa reflexão entre martelos e pregos que eu me perco. No entando, não é um perder-se de não saber o que fazer, é o divagar sobre.
Acho que achar um solução prática e que realmente funcione pode até ser bom; eu teria companhia, teria um relacionamento. Mas, será que essa solução que uso, ao mesmo tempo que me ajuda, também não me limita? Deixar subjugar-se por uma ferramenta não é depender dela pra toda a vida?
O que eu quero dizer é que essa é a resposta à sua experiencia, portanto você se sente livre aplicando-a. O martelo é seu, se ajusta na sua mão. Esse mesmo instrumento de adequaria a mão do outro? Eu prefiro aprender com meus pesares e erros. Mas o que deu a entender é que você havia descoberto a vara mágica e infalível. Se você fala - e pelo que entedi de sua explicação - que o Amor e a Indiferença, assim como a relação de alternância entre eles, são o resultado de suas experiencias e reflexões, então retiro as críticas antes feitas.
Mais uma vez, tenhamos cuidado ao generalizar...
Diego N.
p.s.: A discussão está boa. Muito boa, aliás.
Adoro suas palavras =]
ResponderExcluirObrigadooo nadja!!! :) Uma opinião feminina é sempre bem-vinda.
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