quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

somewhere over the rainbow...


pois é.

venho, por meio desta interromper toda uma discussão filosófica (acho que um café seria bem apropriado para tal assunto, mas para mim um capuccino - se não for muito incômodo).

e não, não irei contribuir (até mesmo por ser a única mulher do grupo - me senti o máximo agora, eu sei, perdoem-me se foi demais, mas às vezes necessito alimentar um pouco o meu ego) para toda essa discussão sobre como deve-se ou não conquistar/tratar/amar/viver/adorar/oquevocêsqueiramfazer com uma mulher.

vim hoje, e acho que pela primeira vez utilizando-me de palavras e um post para dar minha contribuição para o nosso blog.

pois bem, caros leitores, amigos, convidados, curiosos... eis aqui que vos surge a dorothy.

acho que por vezes um pouco já retratada, outras não. creio eu que todos os seus defeitos e virtudes, mas não vim falar de mim. (mentira! vim sim. sou uma leonina medrosa, cabeça dura que às vezes não sabe se realmente tem ou não um coração. e não sou por isso. não tem como falar desses que tanto me acompanharam e me ajudaram sem falar da minha própria pessoa.)

pois que seja. leão, homem de lata, espantalho...tão diferentes, tão parecidos, tão únicos.

tantas saudades

discussões interrompidas por chegada do ônibus, por saídas repentinas

tantas cumplicidades

opiniões trocadas

aprendizados

tantos segredos

saudades

saudades

saudades

três anos demoram a passar

e não foram três anos de apenas aulas e presença quase sempre que garantida a noite

foram três anos de mudanças, de amadurecimento

de mais do que noites

de dias e finais de semana reunidos fazendo trabalhos

de tocar violão e cantar no curral

de ir pra sementeira jogar conversa fora.

três anos

três bons e duráveis anos

de uma amizade que não da pra descrever

apenas quem viu, e quem sentiu realmente sabe o que quero dizer.


creio que seja isso.

boa noite

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Fórmula do amor?

Queridos amigos, seria impossílvel fazer uma nova postagem sem dizer que esta é uma boa discusão, todos mostraram suas opiniões seja por experiência propria ou pragmatismo. Minha intenção neste post (quero deixar claro) não é concordar nem discordar com o que foi dito mas, deixar aqui a contribuição de um leão covarde!

Esse texto demonstra muito bem o que penso sobre o assunto...


"Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis. Já fiz coisas por impulso, já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também decepcionei alguém. Já abracei pra proteger, já dei risada quando não podia, fiz amigos eternos, amei e fui amado, mas também já fui rejeitado, fui amado e não amei. Já gritei e pulei de tanta felicidade, já vivi de amor e fiz juras eternas, "quebrei a cara muitas vezes"! Já chorei ouvindo música e vendo fotos, já liguei só para escutar uma voz, me apaixonei por um sorriso, já pensei que fosse morrer de tanta saudade e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo). Mas vivi, e ainda vivo!Não passo pela vida… E você também não deveria passar! Viva! Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classee vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é "muito" pra ser insignificante.
Charles Chaplin

O que quero dizer com isso amigos é que vivam e sejam felizes! Acredito que não exista uma "fórmula do amor" existe sim o medo de amar e ser feliz.

Vivam amigos, sem medo e sem receio de ser feliz!

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Um mágico sabe usar muito bem a sua capa...


Pra quem não conhece, esses são os "filósofos" que estão debatendo sobre amor. À esquerda, Diego (o homem de lata); à direita Alan (o espantalho). A foto foi tirada por nossa amiga Mércia durante trabalho de geoprocessamento(?) no parque da Sementeira. O dia estava chuvoso, e nós fizemos a mágica de compartilhar uma capa-de-chuva. kkkkkk

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Sobre martelos e pregos...

Alan,

Talvez um erro meu seja essa falta de pragmatismo. Mas, fico a pensar: o que vem primeiro? O pragmatismo ou o idealismo? Pra saber se algo funciona na prática é preciso teorizar antes. Ou seja, se faz necessário a abertura do leque de opções através do pensamento.
Não acho que o fato de algo funcionar na prática seja, de fato, o melhor que se deve fazer. Se eu uso um martelo pra fixar um prego numa tábua, não implica dizer que essa ferramenta seja a melhor e a única a executar esse trabalho. É nessa reflexão entre martelos e pregos que eu me perco. No entando, não é um perder-se de não saber o que fazer, é o divagar sobre.
Acho que achar um solução prática e que realmente funcione pode até ser bom; eu teria companhia, teria um relacionamento. Mas, será que essa solução que uso, ao mesmo tempo que me ajuda, também não me limita? Deixar subjugar-se por uma ferramenta não é depender dela pra toda a vida?
O que eu quero dizer é que essa é a resposta à sua experiencia, portanto você se sente livre aplicando-a. O martelo é seu, se ajusta na sua mão. Esse mesmo instrumento de adequaria a mão do outro? Eu prefiro aprender com meus pesares e erros. Mas o que deu a entender é que você havia descoberto a vara mágica e infalível. Se você fala - e pelo que entedi de sua explicação - que o Amor e a Indiferença, assim como a relação de alternância  entre eles, são o resultado de suas experiencias e reflexões, então retiro as críticas antes feitas.
Mais uma vez, tenhamos cuidado ao generalizar...

Diego N.

p.s.: A discussão está boa. Muito boa, aliás.

AMOR e INDIFERENÇA ( explicando )

Mestre !

Acredito que o amor é um sentimento bonito,segundo um grande escritor O DOM SUPREMO,mas a questão tratada no texto,foi um alerta a como muitas vezes conduzimos relacionamentos amorosos.

Gosto de tratar o tema com pragmatismo,nem o exaltando como o citado Camões nem o denegrindo como Schopenhauer,mas tratando-o de forma prática.

Reconheço que cada um é um universo,mas acredito também que muita coisa pode ser aplicada a várias pessoas, a exemplo das duas palavras que citei no texto,e da alternância entre elas.Falando de forma objetiva acredito que é uma das coisas que tem de existir em uma relação,não por encenação,mas por necessidade,exemplificando acredito que uma relação que seja somente baseada em um "polo" não seja tão satisfatória quanto uma que seja baseada na alternânica de "pólos" .

Como visto AMOR e INDIFERENÇA foi só um título,mas o que realmente se propõe o texto é dar um alerta,e uns "toques" de como se conduz uma relação.Posso está errado,mas compartilho esse pensamento por já ter aplicado na prática e obtido sucesso algumas vezes.Minhas palavras não são uma verdade científica,mas é uma verdade empírica, baseada na pouca experiência de vida que tenho,não obtida em experimentos controlados,mas ainda assim testada.

Obrigado mestre pela ótima crítica construtiva,assim podemos através da TESE,DA ANTÍTESE E DA SÍNTESE,trabalharmos para a obtenção de uma conclusão e por consequência a ampliação dos nossos conhecimentos.

Carta a um amigo indignado

Alan,

Podemos fazer da experiência dos outros, aprendizados nossos. Sem dúvida alguma. Erramos, e são esses nossos erros que nos fazem crescer enquanto seres realmente humanos - acredito que esse tipo de categorização encerra muito mais sobre nossa empatia e outras virtudes do que aos caracteres físicos. Ser Humano - assim, sem hifen - é compreender que estamos sujeitos a obstáculos e sofrimentos; que somos falíveis; que somos mortais. Ver um defeito no outro é bom, desde que nos faça refletir. Veja bem, refletir não é julgar. É a questão da trave no olho...
Quando se trata de relacionamentos, então, devemos ter cuidado dobrado. Esse não é um terreno que possamos explorar de forma tão segura; é selva, é pantâno, é também deserto. Tudo isso. Sem fronteiras vísiveis. Existindo ao mesmo tempo. É perigo e beleza. Porque, relaciornar-se envolve duas pessoas que já possuem, cada uma, seus medos e desejos. Quão difícil seria de conciliá-los? Desse modo, prestar-se à tarefa de observador de um relacionamento não é uma tarefa tão fácil. Não vejo como ser diferente. Falo aqui em somente ver o que se passa e tentar aprender com isso. Mas, se mudássemos o foco para o julgar, estaríamos falando de uma análise minuciosa da situação. Penso que, se é difícil descobrir os fatos de somente um indivíduo, o que dirá de dois que se relacionam?! Aqui, 1 mais 1 não seria 2. O 1 mais 1 cairia numa relação caótica,e, portanto, inexata.
O amor, meu amigo, foge de nossa compreensão. É o estar preso por vontade - nas palavras de Camões. Eu não conseguiria entender, como de fato não consigo, os velhos manuais pseudoesotéricos que dizem que signo A gosta de tal coisa, que o signo B gosta de outra coisa; que o signo A beija dessa maneira, e que o B gosta de uma determinada posição; que você deve conquistar o signo C dessa forma, etc. Sem contar ainda todos o livros que lotam as estantes de livrarias, apresentando fórmulas mágicas de como conquistar, como manter o relacionamento, e por aí vai.
Acredito também que a responsabilidade pelo bom relacionamento deve partir dos dois (seja de um casal hetero ou homosexual). E, assim como eu havia falado no início, devemos encarar os parceiros antes como unidade do que como individualidades egóicas. Dar ao homem o papel de direcionador dessa cumplicidade é retirar, por outro lado, a autonomia da mulher. Permita-me dizer que na maioria dos casos é a mulher quem decide os caminhos que o amor percorrerá. Tem sido assim desde os nossos ancestrais. Ao meu ver, há nisso a forma mais preciosa do carinho e compreenssão: uma mulher que cuida é uma mulher que ama. Mas, uma mulher que cuida junto a um parceiro compreensivo é o que vemos de magnífico nesses romances duradouros. Amor é compartilhar, discutir sem ofender, esquecer desejos frívolos e concentrar todas as forças para conquistar a serenidade.
Alternância entre Amor e Indiferença? Não creio nisso. Pra crer é preciso estar sujeito a lógica, e a minha me diz que se pode alternar entre ligado e desligado, mas meu coração, pelo menos, não tem uma chave com essas orientações. Um relacionamento com pitadas de indiferença é, ao meu ver, mais uma máscara que esconde os desejos do corpo. Isso. Justamente isso. Quantos não são os relacionamentos que só envolvem os prazeres do corpo? Sexo? Quantos relações se esbrarram nos obstáculos da vida e por lá perecem? O auge do amor, ou de sua manifestação, se expressa na anulação de um eu egoísta. A dualidade se faz unidade. esse é o ciclo da vida, é o eterno ying-yang que se completam.
Um relacionamento baseado nas virtudes e no amor pode não ser isento de complicações. Isso também não me parece lógico. Mas isso pode ressaltar ainda mais o papel da compreensão e da paciencia.
Não sou um sábio. Não sei porque a mulheres, referidas pelo amigo, reclamam de seu relacionamento. Não tenho fórmulas mágicas ou simpatias para que consigam algo perfeito. No entanto, aconselharia, não só as mulheres, mas aos seus paceiros, que reflitam sobre quais bases são fudamentadas o seu relacionamento. Até que ponto estou agindo por egoísmo? Até que ponto estou pensando no outro? O que me motiva? Será que há um diálogo? Será que há espaço para um? O que me move? Isso é amor?
Tenhamos cuidado, muito cuidado. Não acho prudente revelar-se como solucionador, porque o mundo dá muitas voltas e estamos dentro do ciclo...

Seu amigo, Diego N.




quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

AMOR e INDIFERENÇA

Resolvi escrever esse texto por causa de minha indignação, com certos homens que não sabem como lidar com uma mulher.
Poxa será que esses caras não aprenderam nada com a vida? Ou será que não viveram mesmo? O fato é que vejo mulheres e mais mulheres reclamarem de seus relacionamentos, da forma patética como seus ficantes/namorados/noivos/esposos as tratam e de como elas se sentem mal. O que mais me idigna é que lidar com uma mulher é fácil, conquistar uma mulher também e no entanto ha homens que acham que se relacionar com o sexo oposto é coisa de outro mundo, que nem Freud explica, ah meus caros! Vão virar homossexuais, e tentem s relacionarem com o mesmo sexo para ver se é mais fácil.
Reconheço que o universo feminino é uma coisa complexa e que não é fácil nem para elas que já estão inseridas nele, imagina para nós, porém acredito que podemos muito bem pegar o "disco voador" do conhecimento e viajar pelo universo feminino, desbravando os cantos mais remotos e passeando pelas galáxias do amor, do desejo, do prazer e por tantas outras que compõem este universo.
Mas, para os homenzinhos criados pela vovó, vou dar uma clareada nas idéias, para que leiam e aprendam como lidar com uma mulher corretamente.
Para que você tenha um relacionamento da melhor qualidade (ou pelo menos faça a sua parte), primeiramente você precisa conhecer duas palavras: AMOR e INDIFERENÇA.Essas duas palavras em constante equilíbrio, trarão uma melhora no relacionamento de vocês . No caso do amor, está imbutido: a atenção, o carinho, o sexo bem feito (se não souber fazer traz a sua mulher que dou um jeito nisso), o diálogo, a compreesão, etc. No caso da indiferença, etá imbutido: tudo o que não tem relação com a sua mulher, ou seja, que tem a ver com sua vida pessoal, e também o tempo que você deve passar sem ela, tempo esse no qual você deve demonstrar pouco ou nenhum interesse pela existência de sua parceira.
Como eu falei anteriormente, a chave para esse padrão, quer dizer, essa falta de padrão seja vantajosa para a relação é a alternância. Essa palavra que vou repetir para ficar mais claro A.L.T.E.R.N.A.N.C.I.A, é o segredo para qualquer relacionamento dar certo. Lembro recentemente de uma amiga que terminou com o namorado. Ao perguntar a ela sobre a causa do término, ela alegou que cansou, e que chegou um tempo que o programa que o casal fazia era ver a novela das oito (que começa as nove) da Globo. Diagnóstico do término: faltou alternância.
Recapitulando, o amor e a indiferença são algumas das palavras mais importantes ao se tratar de relacionamentos amorosos, mas a palavra que uso para dar um xeque-mate na falta de senso de alguns homenzinhos é a alternância. Se eu fosse dar um conselho para que um "cabra da peste" se dar bem no seu relacionamento este seria: alterne bicho!!! Alterne o lugar que você vai com ela, alterne na maneira de beijar, alterne o que vocês comem, alterne as posições sexuais (se não souber esse quesito, dá o meu número de meu telefone para ela), alterne no jeito de tratá-la, enfim alterne do amor para a indiferença, da presença para a ausência, da novela das oito para um bom jantar.
Além das três palavras-chave, existem mais algumas para que você navegue pelo universo feminino sem que sua nave (relacionamento) venha a ser atingido por um asteróide e ser destruída, mas prefiro que cada um aprenda quais são elas na prática, pois, se você não aprender nada na prática vai passar a vida vivendo de maneira literária, ou seja, só adiquirindo conhecimento teórico.